Arquivo de 3 dezembro, 2009

03
dez
09

SciELO adota Creative Commons

A SciElo – Scientific Electronic Library Online – é um modelo de publicação eletrônica para países em desenvolvimento, feito especialmente para atender as necessidades da comunicação ciêntífica entre estes países – particulamente na América Latina e Caribe.

Após 11 anos de atuação, a SciELO vem melhorando gradativamente suas metodologias de publicação online. Adotando assim, depois de consultas  com especialistas e membros do comitê, a licença Criative Commons “Atribuição – Uso Não-Comercial” (CC-BY-NC).  A decisão já está implantada na coleção “Brasil” e deverá estender-se progressivamente para toda a Rede SciELO.

A licença permite aos usuários : acessar, distribuir, exibir e executar a obra; assim com permite também criar obras derivadas, desde que confira o devido crédito autoral, não podendo fazer uso das obras para fins comerciais.

>As licenças BY-NC e BY, atualmente disponíveis no rodapé das páginas de conteúdos da SciELO Brasil, remetem o usuário à informação complementar quanto à licença que determinado periódico adota.< [retirado do site]

Fonte: SciELO, Newsletter BVS

03
dez
09

Vale a pena lançar um livro em creative commons?

Ronaldo Lemos é advogado e representa o Creative Commons no Brasil.No vídeo abaixo ele fala o quão pode ser interessante as novas formas de divulgação (creative commons) para os autores que ainda estão começando – confira:

É melhor você ter o seu livro sendo

distribuido livremente,

do quê ficar na obscuridade.

(Tim O’Reilly)

03
dez
09

Lawrence Lessig – um dos criadores do Creative Commons

Escritor e professor de direito da Universidade de Stantford, Lawrence Lessig é um dos fundadores e membros da Creative Commons. Bastante  conhecido por sua posição crítica em relação aos termos do copyright, ele é um dos maiores defensores da internet livre e do direito de distribuição de bens culturais. Lawrence atesta que se as leis que regulam os direitos autorais fossem mais flexiveis,  a cultura seria muito mais rica.

> Em seu livro  Cultura Livre, Lessig traça um panorama histórico do direito e das relações sociais nos Estados Unidos. Seu argumento central é o de que desde a invenção do copyright nunca houve restrições tão grandes ao uso de obras passíveis de direitos autorais. Lessig relativiza o conceito de pirataria e recoloca a idéia de liberdade como condição fundamental para o desenvolvimento tecnológico e cultural. Um de seus argumentos em favor de uma melhor compreensão do conceito de pirataria é o de que ela não pode ser considerada como roubo. Roubar alguém significa privar este alguém de uma determinada posse, o que não acontece com cópias digitais. Por sinal, grande parte do livro se concentra em desmontar argumentos recorrentemente utilizados pelas indústrias cuja posição é ameaçada pelas novas tecnologias.

Lessig exlica o conceito de internet “read-only” e “read-write”, sendo a primeira aquela em que os usuários não em acesso livre aos bens culturais, participando do mercado apenas como consumidores. O segundo é radicalmente diferente, e define a internet colaborativa (usando como exemplo a própria Wikipédia), e o meio pelo qual os bens culturais são livremente distribuídos e reinventados. < [trechos retirados do site]

De acordo com que ele se propôs, ao  criar a idéia de colaborativismo, uma das premissas do Creative Commons, Lessig disponibiliza alguns dos seus livros para a cópia e reprodução no seu site.

Fonte: Lessig 2.0, Wikipégia

03
dez
09

Inclusão digital e Creative Commons

A Eletrocooperativa foi fundada em 2003 no Pelourinho, Salvador com o objetivo de trazer humanização para o processo de inclusão digital, transformando o computador em instrumento musical, para que os jovens pudessem produzir sentido em suas vidas por meio da música.

Para que os jovens se sentissem estimulados e produzissem, eram incentivados a jogar na rede suas criações, divulgar na internet para download, fazendo com que seu trabalho fosse reconhecido. Para que isso fosse possível, em 2005 criaram o portal que abrigasse estas produções. Além disso, esse portal foi uma das primeiras plataformas digitais para distribuição de conteúdo livre no Brasil, e um dos primeiros a usar licenças creative commons.

A eletrocooperativa fez da internet um elemento essencial para a divulgação e circulação das obras dos jovens participantes do projeto.  Compartilhando e construindo em conjunto a autoria autoria criativa, contando com colaboração dos seus pares: “queremos com isso irrigar outras redes como a nossa, ampliando o espaço de criatividade e valorização do indivíduo e seu trabalho.”

Devido a evolução na formação dos jovens, a Eletrocooperativa identificou que era necessário gerar rendar para os meninos e meninas participantes do projeto. Então, em 2006, foi criada a Usina de Produção – uma rede de produção e geração de renda, que tem como participantes os próprios jovens envolvidos no projeto.

Em 2007, a eletrocooperativa inaugura, em Vila Madalena (SP) uma Empresa Social. Esta objetiva atender clientes estratégicos em suas demandas por projetos de desenvolvimento sustentável. “Acreditamos que a nossa história como projeto social nos dá legitimidade e sensibilidade para traduzir as ações das empresas, promovendo um olhar mais humano e verdadeiro.”

Confira o trabalho produzido na Eletrocooperativa:

Um Homem Novo:


Veja mais, clique aqui!

Fonte: Eletrocooperativa

03
dez
09

Google imagens cria filtro de licenças Creative Commons

Google oficialmente lançou a função de filtrar resultados de pesquisas utilizando licenças Creative Commons dentro de sua ferramenta de pesquisa de imagens (Image Search Tool). Agora é fácil restringir os resultados de sua pesquisa para identificar apenas imagens que tenham sido marcadas com nossas licenças. Assim, você pode encontrar conteúdo de toda a web que pode ser compartilhado, utilizado e até mesmo modificado. As pesquisas também são capazes de retornar conteúdo sob outras licenças, tais como a GNU Free Documentation License, ou imagens que estão em domínio público.

Fonte: Creative Commons | BR




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